Quinta-feira, 11 de Junho de 2015

EXPO 2015 - Milão

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Acabado de chegar da Expo 2015 em Milão, deixo algumas considerações para quem estiver interessado em visitar.

  1. Vale o motivo da viagem, até porque é sempre um evento a escala mundial, onde num mesmo lugar encontramos universalidade cultural, e um tema muito interessante: “Alimentar o Planeta, Energia para a Vida”.
  2. A nossa Expo 98 foi melhor. Muita gente tem a “mania” de denegrir o pais, mas não há duvida que sabemos fazer bem, recebemos como dificilmente alguém consegue.
  3. A “feira” é ao longo de um corredor com pavilhões de cada lado. A nossa Expo tinha uma organização menos simétrica, e mais plural em termos espaciais.
  4. O programa noturno dentro da Expo não tem grande animação, ao contrario do que aconteceu na Expo.

 

Relativamente aos pavilhões dos países, alguns são muito interessantes, uns quantos demasiado conceptuais o que os tornam de difícil compreensão e outros sem interesse nenhum. Na minha opinião, o facto de uma grande parte das pessoas que estão nos expositores das nações ser italiana, retira-lhes identidade.

  1. Emiratos Árabes Unidos é sem dúvida um dos melhores, mostrando o valor da água, o passado, o presente e o futuro deste pais, contado a partir de filmes interativos.
  2. Azerbeijão, Quatar, Cazaquistão com uma arquitetura exterior muito conseguida.
  3. A Holanda com um espaço ao ar livre sui generis para este tipo de evento, baseado em diversas barracas de comidas e bebidas a que se juntava um palco com música e jogo de luzes. Um pavilhão praticamente sem investimento.
  4. Os filmes sobre o Uruguai e da Colômbia nos respectivos pavilhões estão muito bem conseguidos e passam uma imagem sobre os países e as respectivas potencialidades no âmbito da temática esta edição.
  5. Brasil, República Checa, Angola, Malásia e Tailândia sem serem deslumbrantes são interessantes.
  6. Bélgica e Espanha são muito focalizados nos seus produtos.
  7. A Itália tem vários, mas um especifico sobre o vinho – “Vino a taste of Italy” – é muito interessante, e no andar de superior tem em exposição centenas de vinhos italianos, que podem alguns ser provados.
  8. O da Eslováquia, simples mas muito moderno, entregando a cada visitante um tablet para estabelecer a interatividade com os conteúdos expostos.
  9. O da Alemanha foi dos que fechou mais cedo, pelo que não tive oportunidade de visitar.
  10. Inglaterra com um pavilhão demasiado conceptual, assente nas abelhas e no polen, difícil de passar a mensagem.
  11. Algumas das grandes “potencias” – EUA, China, Rússia – com pavilhões muito “normais”.

 

 

 

 


publicado por Epicurista Portuense às 00:07
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Antonio José Barros
Um Blog de prazeres profundos, mesmo que por vezes muito simples...


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